Revivendo a magia de “Harry Potter”

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OBS.: Este texto contém spoilers de “Harry Potter”. 

Li “Harry Potter” pela primeira vez aos nove anos, sem ter assistido aos filmes ou mesmo conhecer a história. Desde as primeira páginas, encantei-me com esse universo – era capaz de absorver uma enorme quantidade de informações relativas a ele, como feitiços, costumes, objetos…

Contudo, aos quinze anos, muito do meu carinho em relação a esse mundo já se esvaíra. Se alguém me perguntasse, eu diria sim que “Harry Potter” era um dos meus livros favoritos da vida; mas, de certa forma, eram palavras vazias. Foi então que decidi reler essa série, e tudo o que senti ao conhecer a história ainda criança veio à tona.Leia mais »

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Dois casos de Miss Marple

IMG_20170917_070752834_HDRHercule Poirot costumava ser o meu detetive favorito da literatura – não é à toa que ele tornou-se um dos personagens mais famosos da Agatha. Contudo, após conhecer melhor Miss Marple, confesso que ela também alcançou um lugar de destaque no meu coração. A idosa, moradora de uma cidadezinha chamada St. Mary Mead, recusa-se a viver uma velhice considerada “tranquila” e sempre acaba envolvendo-se na investigação de assassinatos, mesmo que subestimada pelos detetives profissionais.

E como uma senhora, aparentemente tão indefesa, consegue solucionar crimes tão complicados? Segundo a própria Miss Marple, a partir da observação da natureza humana, que nunca mudará, ainda que em situações adversas. Assim, a velhinha costuma relacionar histórias do dia a dia aos crimes – desde a vida do padeiro que abandonou a esposa, até uma empregada incrivelmente fiel aos patrões.

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Em “Um Corpo na Biblioteca”, a detetive amadora busca desvendar o aparecimento de um cadáver na biblioteca de seus amigos, o Casal Bantry. A princípio, é claro, todos desconsideram a pobre senhora, com exceção da amiga Dolly Bantry, que já conhece o gênio de Miss Marple. Porém, no decorrer das páginas, torna-se impossível negar o talento da velhinha.

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Já em “A Maldição do Espelho”, um envenenamento ocorre durante um evento na casa de Marina Gregg, uma celebridade que mudou-se recentemente para as proximidades de St. Mary Mead. Logo descobre-se que a vítima, Heather Badcock, não era o tipo de pessoa que possuía inimigos, o que leva todos os envolvidos a se perguntar: será que o verdadeiro alvo havia sido a famosa atriz?

Como sempre, Agatha Christie nos apresenta finais surpreendentes: não só pelo fato de que os assassinos são quem menos esperamos, mas também porque as diversas pistas no decorrer da história nos passam despercebidas. Além disso, é impossível não se apaixonar por Miss Marple! Talvez a simpatia que sentimos pela personagem se deva ao tema que ela traz à narrativa: a velhice. Afinal, daqui a alguns anos, todos nós alcançaremos essa fase da vida, e sejamos francos: quem não gostaria de vivê-la ativamente, em lugar de tornar-se a figura incapaz que muitas vezes é atribuída à terceira idade?

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Miss Marple, interpretada por Joan Hickson

Então, vocês já leram algum desses livros? E o que acharam? Contem-me nos comentários, pois adorarei trocar opiniões!

 

 

 

Você também irá flutuar…

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Para quem não sabe, sou apaixonada pelo livro “It – A Coisa”, do Stephen King. Por isso, estava há muito tempo ansiosa pela mais nova adaptação cinematográfica. Assim que o filme foi lançado, busquei imediatamente o que as pessoas vinham falando sobre ele, e confesso que, se minhas expectativas já estavam altas, elas aumentaram ainda mais com as boas críticas que li. Felizmente, a obra não me decepcionou.

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A primeira cena foi incrivelmente fiel ao capítulo 1 do livro!

“It – A Coisa” conta a história de sete crianças (Bill, Richie, Mike, Ben, Beverly, Eddie e Stan), todas moradoras da cidade de Derry, onde estão ocorrendo diversos desaparecimentos. Somente elas sabem o responsável por essas tragédias: uma criatura horrenda que toma a forma dos medos das pessoas, embora comumente apareça sob a figura de Pennywise, o Palhaço Dançarino.

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Apresento-lhes Pennywise. Sorrisinho simpático, não?

Como fã da história, esperava, é claro, uma grande interpretação de um dos vilões mais bizarros da literatura, e o ator Bill Skarsgård não deixou nada a desejar nesse quesito – a ironia, as risadas, o jeito único de Pennywise, tudo estava perfeito! Contudo, não há dúvidas de quem mais brilhou no filme: as crianças. Os personagens foram desenvolvidos muito bem, cada um com seus próprios medos e personalidade. Simplesmente amei encontrar na telinha esses indivíduos que me cativaram tanto no livro!

Aliás, um dos pontos fortes da obra está no fato de funcionar tanto como adaptação cinematográfica, como também filme em si. Os personagens cativaram tanto o público que esse riu, gritou, torceu em diversas cenas. Afinal, “It – A Coisa” não é puramente uma história de terror, mas sobre amadurecer, enfrentar os medos e a importância da amizade nesse processo.

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“Hi-Yo, Silver!” (os fãs do livro irão entender 🙂 )

Então, se você não assistiu ao filme, assista. Se não leu o livro, leia. Assim como eu, você se verá fascinado por esse universo. Cada pedacinho de mim deseja que o Capítulo 2 seja tão bom quanto o primeiro, embora no fundo eu teria gostado de ver essas personagens sempre crianças. Mas essa é a vida real: todos crescem, e a magia da infância não dura para sempre. Com o Clube dos Perdedores, isso não será diferente.

Leituras do mês | Agosto 2017

Em 2017, tenho lido menos livros do que de costume. Afinal, com o início do Ensino Médio e a proximidade do ENEM (daqui a pouco vai ser minha vez!), é necessário focar ainda mais nos estudos, fazendo também alguns “sacrifícios” ao longo dessa jornada.

Porém, Agosto foi meu mês de férias: pude enfim “recarregar as baterias” e, claro, ler muitos livros que tinha vontade! Então, sem mais delongas, vamos às leituras do mês…

“Anna Kariênina”, de Liév Tolstói

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Finalmente pude conhecer essa grande obra da literatura! Escrita pelo russo Liév Tolstói, também aclamado pelo famoso “Guerra e Paz”, a história acompanha dois personagens: Anna Kariênina, uma mulher adúltera, e Liévin, homem do campo e questionador de tudo que o cerca. Posso apenas afirmar que é uma obra incrível! Não só abriga uma gama enorme e diversa de personagens, como também apresenta uma sociedade hipócrita, dura. A propósito, escrevi um texto expondo melhor minhas opiniões – você pode acessá-lo clicando aqui 😉

“O Curioso Caso de Benjamin Button”, de Scott Fitzgerald

Essa foi a primeira obra que li do autor. “O Curioso Caso de Benjamin Button”, que inspirou o filme de mesmo nome, trata de um indivíduo que nasce com a aparência de um senhor de setenta anos, rejuvenescendo com o passar do tempo. Apesar de eu nunca ter assistido à adaptação cinematográfica, já conhecia a sinopse da história, e confesso que me surpreendi ao encontrar um tom cômico na narrativa. Além disso, a edição da LPM Pocket apresenta ainda um outro conto, intitulado “Bernice corta o cabelo”, sendo igualmente engraçado ao anterior (ou até mais). Para quem deseja uma leitura rápida e divertida, recomendo muitíssimo esse livro!

“Morte na rua Hickory”, de Agatha Christie

Agatha Christie é uma das minhas escritoras favoritas e, por isso, não poderia deixar de ler uma de suas obras nas férias. Nesse livro, Hercule Poirot espanta-se ao notar que a Srta. Lemon, sua geralmente impecável secretária, cometeu um simples erro de grafia na redação de uma carta. Indagada a respeito disso, a senhora confessa estar preocupada com a irmã, que vem relatando o sumiço de diferentes objetos no local de trabalho. Assim, o detetive dispõe-se a auxiliar a mulher, e o caso, que parecia uma simples série de roubos a princípio, toma novas proporções quando um cadáver é encontrado.

“Morte na rua Hickory”, mesmo não sendo uma de suas melhores criações frente às obras mais renomadas da autora, é uma leitura que me agradou bastante. Aliás, o que mais gostei na história foi o modo como, no decorrer das páginas, o tom cômico vai dando espaço a uma crescente tensão, atingindo o clímax na  resolução do mistério.

“Harry Potter”, de J.K.Rowling

“Harry Potter” é um dos responsáveis pela minha paixão por livros e, portanto, sinto um carinho enorme pela série. Em 2017, decidi realizar a releitura dessa história, desta vez na língua inglesa. Durante as férias, li o terceiro e quarto volumes da saga, e amei cada um deles! Sinto-me bastante feliz por revisitar esse universo tão adorado!

“Ressurreição”, de Machado de Assis

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Outro escritor que mora no meu coração! Nessa obra, que pertence à fase romântica do autor, é narrada a história de Félix, um homem um tanto cético em relação ao amor – isto é, até conhecer uma moça que mexerá com seu coração. Como não poderia ser diferente, Machado de Assis permeia a narrativa com pitadas de realismo, tratando de temas como ciúmes e pondo em dúvida a existência de “finais felizes”.

“Papéis Avulsos”, de Machado de Assis

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Por fim, já nos últimos dias de férias, decidi ler um dos livros de contos do autor. Em “Papéis Avulsos”, Machado de Assis expõe diversos temas inerentes à sociedade, como corrupção, hipocrisia, loucura, sempre com a ironia e as críticas ácidas que lhe eram tão caraterísticas. Recomendo muitíssimo a obra para quem deseja “iniciar-se” no autor! Aliás, ela contém alguns de seus contos mais famosos, entre eles “O Alienista”, “O Espelho” e “A Sereníssima República” (estou pensando seriamente em trazer alguns deles para o projeto Leia + Contos, pois são alguns dos meus preferidos do gênero!).


Então, quais desses livros vocês já leram? Contem aqui nos comentários, adorarei saber!

Beijos e até a próxima!

Projeto Leia + Contos | “Uma Galinha” e a situação da mulher

Estive bastante empolgada com este projeto desde que o apresentei a vocês – afinal, sendo uma amante de contos, tenho diversas indicações para dar. Como não poderia ser diferente, decidi compartilhar hoje um dos meus textos preferidos do gênero: “Uma Galinha”, escrito pela maravilhosa Clarice Lispector!

Presente na coletânea “Laços de Família”, a história acompanha a vida de uma certa galinha, bem como os diversos “percalços” que ela encontrará. Caso você não tenha lido esse conto, recomendo que o faça antes de continuar, pois aqui darei minhas impressões sobre o enredo. Lembrando que é bem fácil de encontrá-lo na internet, além de curtinho e gostoso de ler. Depois, não se esqueça de voltar aqui para trocarmos nossas opiniões 😉

Minhas impressões:

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Quem já leu algo da autora, sabe que seus textos são repletos de significado e, como toda obra da literatura, permitem interpretações diversas. Cada leitor, de acordo com as próprias vivências, extrai dali uma “lição”.

Desde as primeiras palavras do conto, fiquei comovida com a história da galinha. As descrições, tão simples e singelas, causaram-me identificação, porque vi, naquela criatura solitária, uma representação da mulher.

“Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser.”

Ignorada pelos outros, oprimida, sem direitos. Aquela é a situação da galinha em fuga quando, por fim, põe um ovo. E, após esse único acontecimento, tudo muda. A menina, então, convence os pais a manter viva a ave.

Seria isso uma indicação de que, para a sociedade, o papel da mulher resume-se à reprodução e à manutenção da espécie?  Daí entram as vivências de cada leitor, pois o que senti ao ler essas palavras são fruto das minhas experiências.

Ao final, vemos que o destino da galinha muda abruptamente.

“Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando – era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.

Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.”

De modo semelhante, a situação da mulher não é ideal. Essa questão feminina, embora esteja aparentemente solucionada (assim como a galinha parecia ter mudado de vida), não deve de maneira alguma ser encarada como “assunto encerrado”. É verdade que houve muitas avanços ao longo da história, fruto da luta por parte das mulheres, porém vemos muitas situações nos dias de hoje que nos fazem  questionar: será que a humanidade está retrocedendo com o tempo? De qualquer forma, ainda há um longo caminho a ser percorrido até alcançarmos a igualdade de gêneros, e até que a sociedade tome consciência da importância desse tema.

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Então, gostaram do post? E o que acharam do conto? Adorarei saber!

Beijos e até a próxima!


“Anna Kariênina”, ou um retrato da sociedade

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“Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz a sua maneira.”

As primeiras palavras do romance “Anna Kariênina” já são suficientes para arrebatar qualquer leitor. Publicada primeiramente como folhetim entre os anos de 1875 e 1877, a obra constitui até hoje um marco das literaturas russa e mundial.

A despeito do que o título sugere, a história é composta por duas narrativas principais. A primeira acompanha a personagem Anna Kariênina, uma mulher casada que, insatisfeita com o próprio casamento, apaixona-se por outro rapaz – Vrónski. Mais do que um caso de adultério, o livro retrata como a sociedade russa reage a essa situação.

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Anna Kariênina e Vrónski. Cena do filme “Anna Karenina” (2012)

De outro lado, há Konstantin Liévin, um homem do campo, proprietário de terras e cujas reflexões permeiam muitas das páginas do romance. Apesar de seus questionamentos sobre política, economia, religião, casamento e mais uma infinidade de temas, a narrativa não se torna enfadonha. Muito pelo contrário: esses momentos de meditação não só enriquecem a obra, como também tornam claras as semelhanças entre Liévin e o autor do livro. Isso porque Tolstói transmitiu muito de si ao personagem,  o que me fez, em diversos pontos da leitura, ter a sensação prazerosa de estar conhecendo um pouco mais do escritor. Admito que encontrei-me inúmeras vezes sorrindo ao imaginar Konstantin como o próprio Tolstói.

Além disso, ele apresenta um amor sincero pela jovem Kitty. Tomado por esse sentimento, ele finalmente a pede em casamento, mas, ao receber uma recusa, Konstantin é tomado por tristeza e desilusão. O motivo dessa rejeição? A moça estava na expectativa de receber uma proposta de outro rapaz, ninguém menos que Vrónski – que, como já sabemos, não age conforme o desejo da garota.

Sem dúvidas, Liévin é uma das figuras mais cativantes da história! Ao longo do enredo, assistimos ao modo como ele lida com as próprias dúvidas e adversidades e, enquanto isso, torcemos a todo momento pela felicidade dele.

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Konstantin Liévin. Cena do filme “Anna Karenina”(2012)

Assim, a narrativa acompanha esses dois “núcleos”, bem como a enorme teia de personagens que os rodeia – cada um deles com os próprios medos, defeitos, ambições. Daí a grande faceta da obra: as figuras descritas pelo autor não são planas, mas complexas, compostas por “luz e sombra”.

E é dessa maneira que Tolstói consegue, com maestria, remeter-nos a todo momento à frase inicial da obra. Afinal, o que é “Anna Kariênina” senão um retrato da sociedade, a qual, prezando pelas aparências, esconde no âmago as infelicidades que permeiam a própria vida?

 


Então, gostaram da resenha?

Nem preciso dizer que essa obra está mais do que recomendada ❤

Contem aqui nos comentários se já leram ou desejam ler “Anna Kariênina”, e se gostaram ou não da história. Adorarei saber as impressões de vocês!

Beijos e até a próxima!

OBS.: O conto do primeiro post do projeto “Leia + Contos” já foi escolhido! Será “Uma Galinha”, de Clarice Lispector ❤

Projeto Leia + Contos | Introdução

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Todos sabemos que o hábito da leitura não é tão difundido na rotina dos brasileiros. Ainda assim, as estatísticas assustam: segundo uma pesquisa realizada pela NOP World Culture Score Index, dedicamos, em média, cinco horas de nossa semana a essa atividade – um dado alarmante frente às mais de dez horas da população indiana.

Contudo, não é difícil encontrar uma das razões do problema. Na análise “Retratos da Leitura no Brasil” (2015), 32% dos “não-leitores” alegaram falta de tempo para a leitura. Como, então, seria possível conciliar essa prática tão importante com a rotina atarefada das pessoas?

Há uma alternativa simples: os contos! Por serem menos extensos, com poucas tramas e menor quantidade de personagens (mas nem por isso deixam de ser histórias maravilhosas!), esses textos são ideais para quem dispõe de pouco tempo para a leitura.

Assim, inspirei-me em alguns canais e blogs literários e decidi trazer o projeto “Leia + Contos” aqui para o blog, num modelo um pouco diferente dos demais que encontrei. Funcionará da seguinte maneira: periodicamente, irei apresentar uma indicação de conto, com uma breve sinopse e minhas impressões sobre o enredo.

Ainda não determinei a regularidade dos posts, pois terei de conciliar o blog com meus estudos, mas pouco a pouco trarei novas informações a respeito do projeto. Criei também uma página para ele (link aqui), porque assim poderei comunicar os contos a serem lidos para os posts seguintes, de modo que possamos trocar ideias sobre eles nos dias do projeto.

Então, gostaram da ideia?

Quais contos vocês gostariam de ver por aqui? Já tenho alguns em mente, mas aceito sugestões!

Abraços e até a próxima!